Ações de despejo SP registra maior queda de solicitações desde 2009

Ações de despejo SP registra maior queda de solicitações desde 2009

Ações De Despejo - Cysne Administradora de bens e Condomínios

07 out Ações de despejo SP registra maior queda de solicitações desde 2009

A cidade de São Paulo registrou menos de mil solicitações de despejo em um mês de agosto, a primeira vez desde o início da série histórica acompanhada pela Associação das Administradoras de Bens Imóveis e Condomínios do Estado de São Paulo (AABIC), em 2009.

Levantamento da associação aponta que essas ações de despejo por falta de pagamento apontaram 881 pedidos protocolados no Tribunal de Justiça de São Paulo no mês passado.

No mesmo mês do ano passado, foram protocoladas 1.150 ações locatícias de despejo por falta de pagamento de aluguel. Na comparação de junho deste ano com o mês anterior, também houve queda, com 1.032 solicitações em maio. Segundo a AABIC, a baixa é justificada por um cenário de redução na taxa de inadimplência dos aluguéis de imóveis residenciais e comerciais na cidade, assim como pelo contexto proporcionado pela autorregulação do mercado de locação. Nesse sentido, a associação destaca um avanço das negociações entre proprietários e inquilinos para chegar a um acordo, tendo a ação de despejo como último recurso.

Queda da inadimplência 

De fato, o atraso no pagamento de aluguéis por pelo menos 90 dias, como a AABIC considera a inadimplência, também caiu em junho em relação a igual período de 2020. Segundo o Índice Periódico de Mora e Inadimplência Locatícia (IPEMIL), medido pela AABIC, junho registrou patamar de 2,71% de inadimplência em alugueis de imóveis residenciais e comerciais, bem abaixo do indicador apurado no mesmo mês do ano passado, que ficou em 3,78%. Para o primeiro semestre de 2021, o levantamento registrou índice médio mensal de inadimplência de 2,19%, percentual menor do que o semestre anterior, de julho a dezembro do ano passado, que fechou com média de 3,12%.

Segundo a pesquisa, a inadimplência começou a apresentar leve alta, em 2020, após o anúncio da chegada da pandemia ao Brasil e à crise gerada por ela, atingindo seu pico em julho, com 4,25%. “O mercado é maduro e inteligente, então se autorregulou para derrubar a inadimplência, o que justifica a queda nesse semestre

 

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